Indústria da construção civil recupera o fôlego em janeiro

A atividade da construção civil voltou à média dos 50 pontos em janeiro, segundo Sondagem da Indústria da Construção divulgada nesta sexta-feira pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O resultado é 1,2 ponto acima do registrado em dezembro do ano passado e 1,4 ponto abaixo do índice de janeiro de 2011. O índice vai de 0 a 100 pontos, e valores acima de 50 indicam aumento da atividade.

  Em janeiro, o índice que mede a evolução da atividade da construção civil ficou estável na comparação com dezembro, ficando na faixa dos 47 pontos. O mesmo valor foi registrado em janeiro de 2011.

  A evolução do número de empregados aumentou em janeiro na comparação com o dezembro. Passou de 47 para 49 pontos em janeiro. Os empresários estão otimistas quanto à evolução da atividade da construção civil em fevereiro. O índice de expectativa para fevereiro é 62,2 pontos, sendo que em janeiro a expectativa era 58,6 pontos.

 Os empresários também estão otimistas quanto a novos empreendimentos. O índice de expectativa nesse quesito é 62,2 pontos, 4,1 pontos acima do registrado em janeiro. As expectativas quanto ao número de empregados e de compra de insumos também são positivas.

 A Sondagem da Indústria da Construção foi realizada entre 1º e 14 de fevereiro com 436 empresas.

Brasil é 2º em ranking mundial de valorização imobiliária

São Paulo – Os imóveis no Brasil tiveram uma valorização nominal de 27,82% em 2011, a segunda maior do mundo. Segundo pesquisa realizada pelo site Global Property Guide, que auxilia investidores na busca de imóveis ao redor do mundo, o Brasil ficou atrás apenas da Índia no ranking da variação dos preços dos imóveis, que incluiu 35 países.

O ranking revela que a alta dos imóveis no Brasil e na Índia não tem qualquer paralelo com o que está acontecendo nos demais mercados ao redor do mundo. Descontando a inflação da variação do preço dos imóveis, houve desvalorização em 22 dos 35 países pesquisados. Além disso, em 21 países o desempenho do mercado imobiliário foi pior do que no ano anterior. Os números do quarto trimestre foram ainda piores. Houve alta real de preços em apenas 10 dos 35 países.

O site Global Property Guide atribui a desvalorizações dos imóveis na maioria dos mercados pesquisados ao fraco crescimento econômico mundial, às preocupações com o elevado endividamento dos países ricos, à baixa confiança do consumidor e ao alto desemprego em diversas nações.

Já a situação no Brasil seria oposta porque a economia vai bem. O Banco Central está em meio a um ciclo de redução das taxas de juros – o que sempre é positivo para o mercado imobiliário. As incorporadoras também costumam explicar as altas de preços com o aumento dos custos de construção, já que mão de obra, terrenos e materiais de construção são hoje muito mais caros do que eram há alguns anos.

Por último, especialistas do mercado imobiliário também costumam apontar a desinformação de muitos compradores como fator de pressão sobre os preços. Os imóveis nas principais cidades brasileiras mais do que dobraram de preço nos últimos cinco anos. No imaginário de alguns investidores, os imóveis se transformaram em sinônimo de bom negócio.

O que muita gente se esquece em épocas de euforia é que, da mesma forma que os preços sobem, também podem descer. A Ásia é um bom exemplo disso. Segundo a pesquisa da Global Property Guide, com exceção da Índia, os preços estão acomodados ou até mesmo em queda na região, que foi a queridinha dos investidores globais na década passada.

As valorizações em Hong Kong, Cingapura e China foram bem menores em 2011 do que no ano anterior. Já em Tóquio e Taiwan, houve recuo de preços. As desvalorizações ocorreram mesmo com a região ainda em um momento econômico favorável, o que levou o Global Property Guide a afirmar que o “boom imobiliário na Ásia acabou”.

A Europa é outra região que prova que os preços podem cair – em alguns casos, de forma acentuada. Espanha, Grécia e Irlanda apresentaram péssimos resultados neste ano. O alto endividamento e a falta de confiança dos investidores reforçam a percepção de que a Europa entrará em nova recessão em breve – o que sempre tende a enfraquecer o mercado imobiliário ainda mais do que outros setores da economia.

Indústria da construção civil recupera o fôlego em janeiro

A atividade da construção civil voltou à média dos 50 pontos em janeiro, segundo Sondagem da Indústria da Construção divulgada nesta sexta-feira pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O resultado é 1,2 ponto acima do registrado em dezembro do ano passado e 1,4 ponto abaixo do índice de janeiro de 2011. O índice vai de 0 a 100 pontos, e valores acima de 50 indicam aumento da atividade.

Em janeiro, o índice que mede a evolução da atividade da construção civil ficou estável na comparação com dezembro, ficando na faixa dos 47 pontos. O mesmo valor foi registrado em janeiro de 2011.

A evolução do número de empregados aumentou em janeiro na comparação com o dezembro. Passou de 47 para 49 pontos em janeiro. Os empresários estão otimistas quanto à evolução da atividade da construção civil em fevereiro. O índice de expectativa para fevereiro é 62,2 pontos, sendo que em janeiro a expectativa era 58,6 pontos.

Os empresários também estão otimistas quanto a novos empreendimentos. O índice de expectativa nesse quesito é 62,2 pontos, 4,1 pontos acima do registrado em janeiro. As expectativas quanto ao número de empregados e de compra de insumos também são positivas.

A Sondagem da Indústria da Construção foi realizada entre 1º e 14 de fevereiro com 436 empresas.

Confiança dos empresários da construção civil cresce no mês de janeiro

Redução da taxa de juros e desoneração tributária contribuíram para a melhora na expectativa, segundo pesquisa da CNI

A confiança dos empresários da construção civil no setor cresceu mais uma vez, apresentando alta entre o mês de janeiro e dezembro. O resultado foi divulgado na segunda-feira (23) no índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), elaborado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com a pesquisa, o setor da construção registrou 59,7 pontos em janeiro, valor 1,8 ponto maior que em dezembro. Na pesquisa, índices maiores que 50 pontos representam alta.

Segundo o economista da CNI Marcelo de Ávila, o aumento da confiança no início do ano é normal, mas que a alta mais forte com relação aos anos anteriores pode representar mais confiança na retomada do crescimento da atividade industrial. “A expectativa de manutenção de redução da taxa de juros e as medidas adotadas pelo governo de desoneração tributária contribuem para essa melhora nas expectativas”, justifica.

No mês de janeiro, o setor que apresentou menor alta na confiança foi o de construção de edifícios, que registrou 57,8 pontos, ante 56,5 registrados em dezembro. Infraestrutura fechou o mês com 61 pontos, alta de 1,6 ponto, e serviços especializados registraram 61,9 pontos (alta de 2,9 pontos).

Levando em conta todos os setores, o ICEI cresceu 2,5 pontos, registrando 57,3 pontos, maior alta nos últimos dois anos. O ICEI teve o maior índice de crescimento desde janeiro de 2010, quando começou a série mensal do levantamento, que antes era trimestral. Mesmo com este aumento, o indicador continua 4,7 pontos abaixo do registrado em janeiro de 2011 e inferior à média histórica, de 59,3 pontos.

Otimismo cresce na indústria da construção

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei), divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), subiu 0,9 ponto em relação a janeiro, somando 58,2 pontos, patamar que indica otimismo em relação ao futuro das empresas.

A confiança cresceu nos três segmentos analisados – indústria de transformação, extrativa e de construção civil, cujo indicador teve alta de 1,7 ponto no período.

De acordo com a entidade, a pesquisa foi calculada com base em entrevistas feitas com 2.192 empresas, entre 1 e 14 de fevereiro. Destas, 773 eram de pequeno porte, 852, médias, e 567, de grande porte. (com informações de O Globo)

Fundos imobiliários: volume financeiro cai pela metade em janeiro

 De acordo com dados divulgados recentemente pela BM&FBovespa, os fundos de investimento imobiliário movimentaram R$ 70,46 milhões em janeiro deste ano, o que significa uma queda de 51,12% frente ao mês anterior, quando movimentaram R$ 144,16 milhões. Apesar de o volume financeiro ter sido menor, a quantidade de negócios aumentou.

  Ainda segundo a bolsa paulista, o mês de janeiro terminou com 68 fundos imobiliários registrados e autorizados à negociação nos mercados de bolsa e balcão da BM&FBovespa, o que significam dois fundos a mais do que em dezembro.

  Os fundos imobiliários podem deter participação em imóveis de diferentes tipos, como prédios residenciais, comerciais, industriais, galpões ou shopping centers.Entre as vantagens de investir em imóveis por meio dos fundos, está a diversificação do portfólio com um capital menor e a isenção de Imposto de Renda sobre os rendimentos.

  Para ter esta isenção, o investidor pessoa física deve deter menos de 10% das cotas e o fundo precisa ter, no mínimo, 50 investidores, além de suas cotas serem negociadas em bolsa.

Setor de serviços perde profissionais para construção

A área de asseio e conservação, que inclui ocupações como faxineiros e jardineiros, porta para ingresso no mercado de trabalho, tem perdido alguns de seus profissionais para a construção civil.

As duas exigem pouca qualificação profissional, mas a segunda oferece salários mais competitivos. A área de conservação tem piso de R$ 690. Serventes e contínuos, cargos que não demandam formação profissional, recebem ao menos R$ 910,80.

O segmento foi o que criou mais postos de trabalho no ano passado. Foram 925 mil, de um total de 1,94 milhão no país, segundo o MTE (Ministério do Trabalho e Emprego).

Índice Nacional de Custo da Construção sobe 0,67%

O INCC-M acumula alta de 7,90% em 12 meses

 A inflação na Construção Civil ganhou força em janeiro. O Índice Nacional de Custo da Construção – Mercado (INCC-M), que mede a evolução de preços no setor, subiu 0,67% este mês, resultado superior a dezembro, quando avançou 0,35%. Medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o índice representa 10% do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M).

 Os preços de mão de obra apresentaram uma alta expressiva, de 0,98% em janeiro, após subirem 0,47% em dezembro. Os preços de materiais, equipamentos e serviços também aceleraram, subindo 0,35% este mês, após avanço de 0,23% no mês passado.

 Entre os produtos pesquisados, as mais expressivas elevações de preço na Construção Civil foram apuradas em ajudante especializado; engenheiro; e servente. Já as mais expressivas quedas de preço foram apuradas em perna 3X3/estronca; argamassa; condutores elétricos; eletrodutos de PVC e compensados.

 Em 2011, a inflação no setor de construção civil fechou o ano com alta de 7,58%, taxa idêntica à apurada em 2010.

Apoio à construção civil

A construção civil brasileira vive um momento histórico, registrando crescimento significativo, ano após ano. Em 2012, empresários do ramo estimam que o setor continuará aquecido e vai expandir uma taxa perto de 5%, mesmo patamar registrado em 2011. Trata-se de uma demonstração clara da força crescente do mercado interno, do aumento de renda da população e da ascensão de milhões brasileiros ao mercado de consumo.
O trabalhador é, certamente, o grande beneficiário desse “boom” da construção civil. No primeiro semestre de 2011, o setor foi o segundo que mais gerou empregos formais no País. Foram abertos 186 mil novos postos de trabalho, patamar perto dos 235 mil gerados pela agricultura. E esses empregos com carteira assinada significam mais consumo, mais vendas, mais produção e, afinal, mais empregos.
É por isso que os três níveis de governo precisam avançar com as políticas que estimulam a construção civil. No entanto, devem atuar para diminuir os gargalos do setor. Um deles é a qualificação da mão de obra. Sem profissionais competentes de engenharia civil e bons mestres de obra, pintores, eletricistas e assentadores de cerâmica, entre outros, os empreendimentos passam a enfrentar problemas sérios como crescimento do número de acidentes de trabalho, atraso no cronograma das obras e queda da qualidade do produto final.
A modernização dos métodos construtivos é outro desafio importante. Os investimentos em novas máquinas e equipamentos serão essenciais para construir mais unidades, com prazos mais reduzidos e com custos menores. E também, com inovação tecnológica e mão de obra mais capacitada, experimenta-se uma elevação da produtividade, e essa é uma das formas para assegurar a manutenção de taxas de crescimento altas e, com elas, mais e melhores oportunidades de emprego.

Construção Civil criou 211 mil vagas em 2011

O setor da Construção Civil gerou 211 mil vagas de trabalho no País em 2011 (saldo resultante das contratações e demissões), de acordo com dados divulgados pelo Sindicato da Indústria da Construção de São Paulo (Sinduscon-SP), em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

O total de pessoas empregadas no ramo chegou ao total de 3,040 milhões no fim do ano passado, número 7,5% maior que o registrado no fim de 2010.

O recorde de 2010 se deve ao acúmulo de um grande número de obras que foram adiadas por conta do noticiário sobre a crise internacional, em 2009.